sábado, 11 de abril de 2009

Incógnita da verdade.



Sempre confiei em você meu amigo.
Você sempre foi como um irmão!
Mas de que forma você retribuiu?
Você me apunhalou pelas costas...
Logo eu que sempre lhe defendi.
Logo eu que sempre sangrei por você!

Eu estou cansado de olhar para o meu interior.
E sempre fazer a mesma pergunta...
Eu sou sempre o culpado da historia?
Estou cansado de apanhar nesta vida.
Mas para você eu dou o outro lado desta face!
Não agüento mais lutar em uma batalha perdida...

Estou de olhos vendados nesta jornada.
Qual rumo eu devo tomar nesta vida?
A resposta parece estar bem à frente!
Alguém pode me mostrar o caminho?
Alguém pode me mostrar à verdade?
O meu coração não pode suportar esta revolta...

Do que adianta ser bom?
Se eu só conheço o lado mal das pessoas...
Do que vale ser um homem?
Se eu só conheço covardes neste mundo...
Do que adianta viver?
Se a minha morte é o único caminho...

Como um sábio me contou uma vez.
Conhecemos as pessoas pelos seus atos!
Estou fardo de conhecer pessoas fúteis...
Não posso acreditar em suas mentiras.
Quero tanto voltar a sorrir inocentemente!
Por que ainda continuo sangrando desta forma?

Eu não quero voltar a viver isolado.
Alguém pode escutar a minha agonia?
Alguém pode me notar aqui neste lugar?
Eu não agüento, mas o meu destino!
Tudo o que vejo é um futuro sombrio.
Eu sou o nada vagando pelo tempo da eternidade...

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